Vila Velha não foi apenas o cenário, mas a protagonista de um capítulo inédito na indústria de eventos capixaba no último sábado (2).
O projeto “Eu Sou a História” estreou oficialmente, e o que se viu no Parque da Prainha foi a consolidação imediata de um selo que já nasce com peso de tradição.
Com uma curadoria que reuniu a "nata" do gênero, o festival atraiu uma multidão para acompanhar apresentações históricas de Thiaguinho, Sorriso Maroto e Grupo Revelação, além do balanço contagiante do Pagode do Jorgin e Pele Morena.
Realizado pela união estratégica entre a Aquarius Produções e a BOOA Produções, o evento elevou a régua do entretenimento local.
A infraestrutura montada foi planejada para suportar uma maratona de nove horas ininterruptas de programação, garantindo conforto e fluidez ao público que lotou o espaço.
O grande diferencial logístico e visual foi a montagem de dois palcos simultâneos, permitindo que a música não parasse em nenhum momento.
O ponto alto da experiência imersiva ficou por conta do Palco Arlindo Cruz. Batizado em homenagem a um dos maiores poetas vivos do samba, a estrutura em formato 360° eliminou as barreiras entre o artista e o fã.
Essa proximidade permitiu que hits atemporais do pagode fossem entoados em uníssono, criando uma atmosfera de comunhão que há muito não se via em grandes festivais no estado.
Para os idealizadores, o sucesso da primeira edição é apenas o começo de um legado. Toninho Boechat e Márcio Rodrigues, nomes à frente da produção, reforçam que o olhar agora se volta para o futuro e para o refinamento da entrega ao cliente.
“Estamos extremamente satisfeitos com o resultado dessa estreia. O ‘Eu Sou a História’ já nasceu grandioso e superou todas as nossas expectativas iniciais.
No entanto, nosso compromisso é com a evolução constante. Seguimos atentos aos detalhes para aprimorar ainda mais a experiência do público, trazendo inovações e novas possibilidades para que as próximas edições sejam ainda mais memoráveis”, destacam os produtores.
Com o sucesso absoluto de crítica e público, o “Eu Sou a História” deixa de ser apenas uma promessa e passa a ser peça fundamental no calendário oficial de eventos do Espírito Santo, prometendo novas edições que devem movimentar a economia criativa e o turismo de entretenimento na região.
Por: Edu Coutinho
Edu coutinho é o idealizador do Portal Resenhando e colunista principal
